Os jovens de hoje não sabem que, na minha geração, haviam crianças nascidas fora do casamento, e em cujo registo pessoal constava o nome da Mãe, tendo por pai, um “ Pai Incógnito”. Estas crianças, eram estigmatizados como, os filhos do pecado, da vergonha, os filhos da outra. Eram os filhos fora do casamento, os bastardos. É que o registo obrigatório com nome de pai é recente, e eu já sou "Cota". Para a nova geração onde todos à nascença são registados com o nome de mãe e de um pai, verdadeiro ou não, não lhes é fácil entender o que é viver com o facto diário de ser filha de” pai incógnito”. Tendo eu passado por essa experiência, não me é difícil explicar o que é ser filha de Pai Incógnito. Hoje na maioria das Repartições Públicas todas achamos uma grande maçada, ter de preencher formulários, para mim, passou a ser, uma bênção. Em alguns desses formulários tinha de mencionar o nome de Mãe e de Pai, então lá vinha o tormento ---Pai Incógnito --- . Ist...
Que surpresa e que contentamento o meu. Nem vou deixar mais palavras. O meu não dizer nada é dizer muitas, muitas coisas, mas fiquei muito feliz com esta tua postagem.
ResponderEliminarUm beijinho.
Manuel
Um lindo poema.
ResponderEliminarParabéns pela escolha.
coisas que não podemos comprar
ResponderEliminarSempre tiveste o bom gosto da escolha.
ResponderEliminarBeijinho isabel
Compro eu,compro eu...e então se vier daí...
ResponderEliminarBeijinho
Doceando
Compro eu,compro eu...e então se vier daí...
ResponderEliminarBeijinho
Doceando
Hoje estava a reler o meu blog, a reler comentários... E encontrei o teu... Fiquei contente por ver que ainda estás aqui... Só para deixar um "oi"
ResponderEliminar=)
*******s
Em 1979, no segundo ano do primeiro grau, eu li este poema no meu livro de Lingua Portuguesa. Depois de muitos anos (hoje estou com 40) sempre me lembrando deste poema, hoje num impulso digitei o inicio dele no google e, a 10 minutos atras, pude fazer uma viagem no tempo. Pude abraçar os amigos de infância, de escola. Dei um abraço gostoso na minha professora que já partiu para o plano espiritual e, resgatar um tempo onde sonhar era a regra principal...sonhar muito, ao vivo, a cores e com som stério.
ResponderEliminarCecilia Meireles é simplesmente fantástica!!!
Esse foi o primeiro poema que li na vida!!! também viajei ao lê-lo!!!
Eliminaroi pessoau,quero dizer que achei lindo a poesia e que vou imprimir
ResponderEliminarLinda demais!
ResponderEliminarAmo Cecília Meireles! Obrigada por compartilhar esse lindo poema!
ResponderEliminarFiz uma página sobre ela no Facebook. Beijos.
Delicada como uma flor tu foste uma dia ,mas os espinho da vida te fez uma ferida.Menina assustada tu fica se desenganada ,e a flor nunca mas desabrochou. ( de Maria Betania de souza muniz )
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