Os jovens de hoje não sabem que, na minha geração, haviam crianças nascidas fora do casamento, e em cujo registo pessoal constava o nome da Mãe, tendo por pai, um “ Pai Incógnito”. Estas crianças, eram estigmatizados como, os filhos do pecado, da vergonha, os filhos da outra. Eram os filhos fora do casamento, os bastardos. É que o registo obrigatório com nome de pai é recente, e eu já sou "Cota". Para a nova geração onde todos à nascença são registados com o nome de mãe e de um pai, verdadeiro ou não, não lhes é fácil entender o que é viver com o facto diário de ser filha de” pai incógnito”. Tendo eu passado por essa experiência, não me é difícil explicar o que é ser filha de Pai Incógnito. Hoje na maioria das Repartições Públicas todas achamos uma grande maçada, ter de preencher formulários, para mim, passou a ser, uma bênção. Em alguns desses formulários tinha de mencionar o nome de Mãe e de Pai, então lá vinha o tormento ---Pai Incógnito --- . Ist...
Belo poema e foto lindíssima.
ResponderEliminarBom Início de semana.
Beijinhos,
Fernandinha
'Não posso adiar'
ResponderEliminar..........
Quantas vezes temos de adiar, o inadiável.
Seria bom que fosse proibido 'adiar'.
Fica bem.
Felicidades.
Manuel
Belo poema do Ramos Rosa. Já conhecia.. sou fã:)
ResponderEliminarseria possivel fazer um post sobre o lançamento do meu livro?
se n se importasse colocaria um igual a este, com os links e a imagem tb:
http://blogdapontamentos.blogsome.com/2007/09/11/
Estou lhe desde já mt grato. E claro, espero que apareça. Se nao for em Lisboa, depois no algarve:)
abraço
cumps
Mais um poema excelente, este que nos trazes.
ResponderEliminarBoa semana