12 de janeiro de 2008

* BRUMAS * Poema de Vitor Cintra





Nas brumas dos meus silêncios
Nascem visões encantadas,
Com ninfas, bruxas e fadas,
Sonhos de amor, sempre densos.

Nas brumas dos meus silêncios,
Onde os mistérios são nada,
Surgem paixões exaltadas,
Feitas desejos, imensos.

Nascem lembranças, eivadas
De sensações adiadas
E cheiros breves, intensos,

Sem ilusões ansiadas,
Em desespero, guardadas
Nas brumas dos meus silêncios.


VITOR CINTRA
do livro " MURMÚRIOS "

4 comentários:

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  3. Levei este poema para o meu
    "ematejoca azul", porque nunca ouvi falar num Victor Cintra.
    Se tivesse o interesse de me explicar que ele é, ficava agradecida.

    Saudacoes de Düsseldorf!

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