
Eu choro nos meus versos a saudade
Que é dos ausentes a eterna companheira
Como parte do seu ser que sempre há-de
Ser uma angústia que alimenta a vida inteira.
Deixei chorar minha caneta de amargura
Porque sentiu do seu poeta a emoção
Viu que as palavras nada tinham de loucura
Eram ditadas dum plangente coração...
E a caneta vai chorando em cada dia
Da minha mão sentindo a fragilidade
Porque ela entende dum ausente a agonia!...
São os meus versos portadores dessa ansiedade
Feita palavra...É filha da nostalgia
À qual nós demos o nome de Saudade !...
Euclides Cavaco
É um excelente poema.
ResponderEliminarParabéns pela escolha.
Bom Domingo, beijinhos.
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ResponderEliminarÉ a tua alma de poeta que faz com que este espaço valha sempre a visita.
Uma Boa Páscoa para ti e para quantos te são queridos.
Um abraço
Ol�...bacana seu espa�o, falar sobre alma � qualquer coisa de abstrato e ao mesmo tempo t�o concreto...um abra�o, feliz p�scoa...pra vc e sua fam�lia...
ResponderEliminarAtravessei eu tanto mar, chego aqui e não há mais poemas...
ResponderEliminarMas eu já tenho outro...
Bom resto de semana, beijinhos.