9 de fevereiro de 2009

poema de Velimir Khlébnikov

Tempos-juncos
Na margem do lago,
Onde as pedras são tempo,
Onde o tempo é de pedra.
No lago da margem,
Tempos, juncos,
Na margem do lago,
Santos, juntos.

Tradução de: Augusto de Campos

3 comentários:

  1. Não conhecia.

    Obrigado.

    Cumprimentos meus.

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  2. Eu também não conhecia este autor é sempre bom ler alguem novo para mim.
    um abraço e boa semana

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  3. Como sempre tudo muito bonito por aqui.
    Só passei para dar um abraço


    No entardecer,
    o sol dança com a chuva
    e um arco-íris
    no horizonte tinge...
    Espera a lua surgir
    e entre as nuvens
    uma estrela luzir.
    Depois, a terra sorri
    quando na noite escura
    o céu clareia...
    Um véu de estrelas
    abraça a lua cheia...
    O poeta fecha os olhos
    e sente o poema
    correr em suas veias.
    A lua deita no mar
    e o sol, novamente
    beija a areia.

    (Sirlei L. Passolongo)

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