31 de agosto de 2009

INTIMIDADE poema de VITOR CINTRA





Teu corpo, poema ardente.

Frenética rima de ais,

Aurora, pedindo mais,

Com louco vigor, fremente.
Teu rosto, sorriso aberto,

Promessa, sonho, desejo,

Tornando-se a cada beijo

Tão quente, quanto tão certo.
E o dia feito uma hora,

Por entre os ais e os gemidos,

Festim, sem par, dos sentidos.
Mas, quando te vais embora,

Só fica o teu cheiro, intenso,

Enchendo o vazio imenso


VITOR CINTRA
Do novo livro " PEDAÇOS DO MEU SENTIR "

À venda nas livrarias, consulte:
  • Editora Temas Originais
  • 1 comentário:

    1. Este poema de Vitor Cintra fala com os sentidos...muito lindo!
      beijo

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