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SELO DOURADO




Recebi do Blog "
  • PALAVRAS & OUTRAS COISAS MAIS
  • " o * Selo Dourado *,
    o que me deixou muito honrada, daí que faço questão de o passar a outros blogs, conforme me indicou a minha querida Méi@, autora do dito blog.

    Assim, nomeio alguns dos blogs , ja que não posso nomear TODOS.

    Obrigada MÉI@.


  • UM POEMA de Vitor Cintra


  • BELEZAS MARIENSES - Solmariense


  • PRAZER, ALEXANDRE !!! -


  • SEMPRE JOVENS


  • SIDAdania Lusófona


  • DIÁRIO DE UMA FOFINHA


  • TEMPO JANELA


  • ÁFRICA EM POESIA


  • ...MORE THAN WORDS


  • UM VENTO NA ILHA


  • UMA PÁGINA PARA DOIS


  • FERNANDA & POEMAS


  • LUA DOS AÇORES


  • DE PROPÓSITO


  • SANTA MARIA
  • Comentários

    1. Amiga Isabel Valente,

      O Blogue Sempre Jovens agradece reconhecidamente a distinção por este prémio, Selo de Ouro, o qual a todos, sem excepção, muito nos honra.

      Sendo um Blogue de poesia e de uma seguidora do Sempre Jovens, esperamos que as relações entre ambos fortaleçam.

      Tudo faremos para que continue a sentir que este é um Blogue aprazível e que continue a visitar-nos.
      Bjs.
      Fernanda

      ResponderEliminar
    2. Pensamos demasiadamente
      Sentimos muito pouco
      Necessitamos mais de humildade
      Que de máquinas.
      Mais de bondade e ternura
      Que de inteligência.
      Sem isso,
      A vida se tornará violenta e
      Tudo se perderá.
      (Charles Chaplin)

      Hoje passando para desejar um final de semana com muito amor e carinho.
      Abraços do amigo Eduardo Poisl.

      ResponderEliminar
    3. Olá

      venho agradecer o prémio que decidiu atribuir aos meus blogues "tempo de Janela" e "SDAdania Lusófona". Obrigada é muita generosidade sua.

      Um abraço

      ResponderEliminar

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    "PERDIDAMENTE" Florbela Espanca

    Ser poeta é ser mais alto, é ser maior Do que os homens! Morder como quem beija! É ser mendigo e dar como quem seja Rei do Reino de Áquem e de Além Dor! É ter de mil desejos o esplendor E não saber sequer que se deseja! É ter cá dentro um astro que flameja, É ter garras e asas de condor! É ter fome, é ter sede de Infinito! Por elmo, as manhãs de oiro e de cetim... É condensar o mundo num só grito! E é amar-te, assim, perdidamente... É seres alma, e sangue, e vida em mim E dizê-lo cantando a toda a gente!