6 de janeiro de 2014

Pablo Neruda




Eu amo-te sem saber como, ou quando, ou a partir de onde. 
Eu simplesmente amo-te, sem problemas ou orgulho: eu amo-te desta maneira porque não conheço qualquer outra forma de amar sem ser esta, onde não existe eu ou tu, tão intimamente que a tua mão sobre o meu peito é a minha mão, tão intimamente que quando adormeço os teus olhos fecham-se.

Pablo Neruda

1 comentário:

  1. Eu amo-te sem saber
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    Será que amamos sem saber?!... Ou será que amamos desconhecendo o que amamos. Acredito que possa haver dúvida no que amamos, mas, amamos ou não amamos, e não há uma terceira hipótese.
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    Que a felicidade ande por aí.
    Manuel


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