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SIDÓNIO BETTENCOURT " Reencontros "





















Não sei se te encontrarás algum dia e se me vires não digas palavra.

Saberei dizer-te no olhar o que me escondeste dos olhos e da voz calada sentirás o poema da partida.

Se disseres chegada guardarei nas mãos todo o tempo de dar.

Esperei todos os dias pela claridade, mas amanhã de manhã não voltou.



E a noite se fez dia e madrugada outra melodia e eu sem nada.


Sidónio Bettencourt

ilha do Pico - Açores

Do livro " Deserto de Todas as Chuvas "


Comentários

  1. Adorei este "reencontro".

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  2. Bela imagem, lindo poema.

    Sempre maravilhoso aquele "reencontro"...

    Beijo perfumado*

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  3. Olá.
    Passei, olhei e meditei.
    Fica bem.
    Felicidades.
    Manuel

    ResponderEliminar
  4. Mais um poema para meditar...

    Que bom o momento que aqui estive...

    Beijinhos da
    Maria

    ResponderEliminar
  5. Adorei o seu blog e gostei de ler este texto! Voltarei.

    ResponderEliminar

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