Deita fora todos os números não essenciais à tua sobrevivência. Isso inclui idade, peso e altura. Deixa o médico preocupar-se com eles. É para isso que ele é pago. Frequenta, de preferência, amigos alegres. Os de "baixo astral" põem-te em baixo. Continua aprendendo... Aprende mais sobre computador, artesanato, jardinagem, qualquer coisa. Não deixes o teu cérebro desocupado. Uma mente sem uso é a oficina do diabo. E o nome do diabo é Alzheimer. Aprecia coisas simples. Ri sempre, muito e alto. Ri até perder o fôlego. Lágrimas acontecem. Aguenta, sofre e segue em frente. A única pessoa que te acompanha a vida toda és tu mesmo. Mantém-te vivo, enquanto vives! Rodeia-te daquilo de que gostas: Família, animais, lembranças, músicas, plantas, um hobby, o que for. O teu lar é o teu refúgio. Aproveita a tua saúde; Se for boa, preserva-a. Se está instável, melhora-a. Se está abaixo desse nível, pede ajuda. Não faças viagens de remorso. Viaja...
Oi amigo.. qdo nos ligamos em escutar nosso intimo, sempre ha um despertar mesmo.. como se nossa consciencia estivesse adormecida ate então....
ResponderEliminarótima noite e muita paz, abraço!!!
Gostei muito muito deste poema. Tem o condão de nos tocar a alma.
ResponderEliminarParabéns
Olá querido Amigo Vitor, belíssimo poema... Adorei!
ResponderEliminarlindo tem o dom de me tocar a Alma... Um grande abraço de Amizade,
Fernandinha
Por obséquio,
ResponderEliminarFaça um presépio,
Tenha um Natal,
De amor fraternal.
Mantenha os petizes,
Cobertos de amor,
Protegidos, felizes,
Sem eleição de cor.
Nesse seu presépio,
Deite o seu menino
No aurículo ou ventrículo
Do seu coração.
Um Natal a sério,
Também é um hino,
Ou um bom estímulo,
À fraternal comunhão.
Votos de que neste Natal o egocentrismo entre em crise e que haja uma pandemia de saúde.