Oi Isabel, tudo bem? Não conheço Salvatore Quasimodo, mas muito tocante suas palavras... Vem a noite, para que saibamos admirar as estrelas... mas é sempre bom saber que depois da noite escura, sempre raia o sol!! Abração e ótima noite!!!
Quando desceu a noite Ainda era dia naqueles olhos claros Ela ainda pedia um pouco de jasmim E deixar o cheiro com o pó das estrelas Que dançavam na réstia da lua Da luz da lua que banhava a viela. Ela temia, como ela tremia! Não cultivar flores na janela. Quando viu que era dia Desenhava no pó dos móveis No suor da respiração no vidro E dormia, como ela sorria! Com a ponta dos dedos suja Do pó, da terra das flores da janela. Quando desceu a tardezinha Uma última luz veio alva Acordou seus olhos e as lágrimas E todo o pó da sua alma! Ela esperava a solidão noturna Para dançar na réstia da lua rotunda Embriagar com o cheiro doce das flores E nas lágrimas salgadas, molhadas Da garoa fina que cobria a viela. Quando era noite era ela A bailar a alma na solidão da janela! (escrito por Lele Carabina)
Oi Isabel, tudo bem?
ResponderEliminarNão conheço Salvatore Quasimodo, mas muito tocante suas palavras...
Vem a noite, para que saibamos admirar as estrelas... mas é sempre bom saber que depois da noite escura, sempre raia o sol!!
Abração e ótima noite!!!
Quando desceu a noite
ResponderEliminarAinda era dia naqueles olhos claros
Ela ainda pedia um pouco de jasmim
E deixar o cheiro com o pó das estrelas
Que dançavam na réstia da lua
Da luz da lua que banhava a viela.
Ela temia, como ela tremia!
Não cultivar flores na janela.
Quando viu que era dia
Desenhava no pó dos móveis
No suor da respiração no vidro
E dormia, como ela sorria!
Com a ponta dos dedos suja
Do pó, da terra das flores da janela.
Quando desceu a tardezinha
Uma última luz veio alva
Acordou seus olhos e as lágrimas
E todo o pó da sua alma!
Ela esperava a solidão noturna
Para dançar na réstia da lua rotunda
Embriagar com o cheiro doce das flores
E nas lágrimas salgadas, molhadas
Da garoa fina que cobria a viela.
Quando era noite era ela
A bailar a alma na solidão da janela!
(escrito por Lele Carabina)
Boa semana
abraços