Os jovens de hoje não sabem que, na minha geração, haviam crianças nascidas fora do casamento, e em cujo registo pessoal constava o nome da Mãe, tendo por pai, um “ Pai Incógnito”. Estas crianças, eram estigmatizados como, os filhos do pecado, da vergonha, os filhos da outra. Eram os filhos fora do casamento, os bastardos. É que o registo obrigatório com nome de pai é recente, e eu já sou "Cota". Para a nova geração onde todos à nascença são registados com o nome de mãe e de um pai, verdadeiro ou não, não lhes é fácil entender o que é viver com o facto diário de ser filha de” pai incógnito”. Tendo eu passado por essa experiência, não me é difícil explicar o que é ser filha de Pai Incógnito. Hoje na maioria das Repartições Públicas todas achamos uma grande maçada, ter de preencher formulários, para mim, passou a ser, uma bênção. Em alguns desses formulários tinha de mencionar o nome de Mãe e de Pai, então lá vinha o tormento ---Pai Incógnito --- . Ist...
Bela poesia, fala da realidade isso é muito intenso...
ResponderEliminarBjs
Mila
Minha querida
ResponderEliminarUm belo momento de boa poesia, adorei.
Beijinhos
Sonhadora
mto bonito
ResponderEliminarÉ um daqueles que vai diretamente
ResponderEliminarna vísceras e no fundo da alma
e nos murmura tantas coisa
da vida...
mui belo
Luiz Alfredo - poeta
ai dahora mais nao era esse que eu queria
ResponderEliminarMaravilhoso poema de Eugênio de Castro. Conheço bem , mas não me lembrava do poema inteiro. Obrigada por publicar.
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