24 de novembro de 2005

FERNANDO MONTEIRO DA CÂMARA PEREIRA do Livro " MAR BRANCO "


Do Féretro que Levo na Vida,
ao Ovni da minha Esperança.
A Ti ó Hélida, dorida:


Numa noite calada,
dos meus sonhos distantes,

Teci teu corpo...
na miragem do meu nenúfar.

Poisei tímido,
no teu gineceu errante,

E vibrante ...


Derramei em êxtase,
na minha Hélida, dorida,
abatida e sem esperança,

... o último espasmo do meu corpo...

Já caía o amanhecer!




Fernando Monteiro


Fev/81

8 comentários:

  1. Não resisti, poeta... Linkei-te!
    Belíssimo teu blog!
    beijos

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  2. O poema é muito intimista e bonito!

    Tem 1 excelente fim de semana...

    Continua a sorrir!

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  3. Seu último comentário em meu blog, me fez refletir muito. Agradeço sua sinceridade paciência em me ler. Já quando aqui venho me deparo com lindos poemas e me perco na leitura deles. Beijos e bom fds!

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  4. Bonito... sim...
    Mas tenho um reparo a fazer, deve ser erro de transcrição:
    "Derramei em êxtase
    na minha hélida dorida
    abatida e sem esperança
    ... o último espasmo do meu corpo"

    O sujeito está subvertido.
    Na minha humilde opinião, será:

    Derramei em êxtase
    da minha hélida dorida
    abatida e sem esperança
    ... o último espasmo do meu corpo


    Desculpa, mas os sentidos são diferentes...

    Deste leigo, que te adora ler

    Bom domingo

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  5. BUFAGATO

    O Poema está transcrito correctamente.

    Agradeço o reparo, mas vou deixá-lo tal qual como foi publicado na obra do poeta.

    Beijo

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