Os jovens de hoje não sabem que, na minha geração, haviam crianças nascidas fora do casamento, e em cujo registo pessoal constava o nome da Mãe, tendo por pai, um “ Pai Incógnito”. Estas crianças, eram estigmatizados como, os filhos do pecado, da vergonha, os filhos da outra. Eram os filhos fora do casamento, os bastardos. É que o registo obrigatório com nome de pai é recente, e eu já sou "Cota". Para a nova geração onde todos à nascença são registados com o nome de mãe e de um pai, verdadeiro ou não, não lhes é fácil entender o que é viver com o facto diário de ser filha de” pai incógnito”. Tendo eu passado por essa experiência, não me é difícil explicar o que é ser filha de Pai Incógnito. Hoje na maioria das Repartições Públicas todas achamos uma grande maçada, ter de preencher formulários, para mim, passou a ser, uma bênção. Em alguns desses formulários tinha de mencionar o nome de Mãe e de Pai, então lá vinha o tormento ---Pai Incógnito --- . Ist...
Lindissimo.Vibrante.Abraço.
ResponderEliminarMuito bonito, sem duvida!
ResponderEliminarBjs muitos!
Bem bonito!
ResponderEliminarAbraços
O poema é muito intimista e bonito!
ResponderEliminarTem 1 excelente fim de semana...
Continua a sorrir!
Seu último comentário em meu blog, me fez refletir muito. Agradeço sua sinceridade paciência em me ler. Já quando aqui venho me deparo com lindos poemas e me perco na leitura deles. Beijos e bom fds!
ResponderEliminarBonito... sim...
ResponderEliminarMas tenho um reparo a fazer, deve ser erro de transcrição:
"Derramei em êxtase
na minha hélida dorida
abatida e sem esperança
... o último espasmo do meu corpo"
O sujeito está subvertido.
Na minha humilde opinião, será:
Derramei em êxtase
da minha hélida dorida
abatida e sem esperança
... o último espasmo do meu corpo
Desculpa, mas os sentidos são diferentes...
Deste leigo, que te adora ler
Bom domingo
BUFAGATO
ResponderEliminarO Poema está transcrito correctamente.
Agradeço o reparo, mas vou deixá-lo tal qual como foi publicado na obra do poeta.
Beijo